PROJETO DE LEI

SISTEMA NACIONAL DE PRODUTIVIDADE COM DIGNIDADE (SNPD)

REGISTRO DE AUTORIA E ANTERIORIDADE

PROJETO DE LEI – SISTEMA NACIONAL DE PRODUTIVIDADE COM DIGNIDADE (SNPD)

Autor: AUGUSTO MITCHELL CARVALHO ARAÚJO, brasileiro, nascido em 09 de janeiro de 1975, jornalista, com formação em Direito, Gestão em Segurança Pública, Gestão Pública e MBA em Gerenciamento e Prevenção de Crises. Pós-graduado em Políticas e Gestão em Segurança Pública e em Direitos Humanos.

Natureza da Proposição:


Projeto de Lei de interesse público, de caráter estruturante e sistêmico, destinado a redefinir os critérios de produtividade nacional, integrando desenvolvimento econômico, dignidade do trabalho, justiça social, eficiência produtiva e equilíbrio regional, como fundamentos indissociáveis da política econômica e industrial brasileira.

Finalidade do Registro:


O presente Projeto de Lei integra conjunto autoral devidamente documentado por meio de Memorial Explicativo para Registro em Cartório, com a finalidade de assegurar a prova de autoria intelectual, a anterioridade, a integridade conceitual e a finalidade pública da proposição, nos termos da legislação civil aplicável e dos princípios da proteção autoral.

PROPRIEDADE INTELECTUAL PROTEGIDA

Todo o conteúdo deste documento, incluindo propostas de programas sociais e projetos de lei de autoria de Augusto Mitchell Carvalho Araújo, encontra-se devidamente registrado perante a Biblioteca Nacional do Governo Brasileiro sob o processo nº 000984.0420009/2026. A reprodução, cópia, adaptação ou apropriação indevida sem a citação expressa do autor caracteriza violação de direitos autorais, sujeitando o infrator às sanções civis e penais previstas na Lei nº 9.610/98.


Fundamentação Jurídico-Constitucional:


A proposição encontra fundamento, entre outros, nos seguintes dispositivos e princípios da Constituição Federal:


  • dignidade da pessoa humana (art. 1º, III);
  • valores sociais do trabalho e da livre iniciativa (art. 1º, IV);
  • objetivos fundamentais da República, especialmente a redução das desigualdades sociais e regionais (art. 3º, III);
  • ordem econômica fundada na valorização do trabalho humano e na função social da atividade econômica (art. 170);
  • princípio da eficiência administrativa e do interesse público (art. 37, caput).


Objeto do Projeto:


Instituição do Sistema Nacional de Produtividade com Dignidade (SNPD), como marco orientador das políticas públicas de incentivo econômico, industrial, comercial e produtivo, condicionando a concessão de benefícios, subsídios, financiamentos e incentivos estatais ao respeito aos direitos trabalhistas, à geração de empregos dignos, à redução das desigualdades regionais e à promoção do desenvolvimento humano.

Diretriz Estruturante:


Para os fins desta Lei, a produtividade nacional não se limita à maximização do lucro ou do resultado financeiro, devendo ser aferida por critérios econômicos, sociais, regionais e humanos, com indicadores objetivos, auditáveis e periódicos, capazes de mensurar o impacto real da atividade produtiva sobre a sociedade.

Alcance Sistêmico:


O SNPD constitui norma orientadora de caráter transversal, aplicável às políticas de desenvolvimento industrial, incentivos fiscais, crédito público, compras governamentais, programas de geração de emprego e renda, bem como às estratégias de interiorização do desenvolvimento econômico.

Registro Cartorial:


Projeto integrante de memorial explicativo registrado em cartório, para fins de comprovação de autoria, preservação da concepção original, proteção contra reprodução indevida e demonstração de anterioridade legislativa.


Autoria: AUGUSTO MITCHELL CARVALHO ARAÚJO


O Brasil precisa produzir mais. Isso é inegável. Nenhum país se desenvolveu sem produtividade, sem trabalho, sem organização econômica.


Mas a história brasileira prova, repetidas vezes, que produzir sem dignidade não gera progresso — gera exploração, desigualdade e sofrimento social.

Durante décadas, o país foi conduzido por modelos econômicos que exigem muito do trabalhador, mas oferecem pouco em retorno. O resultado é um sistema que cobra eficiência, mas tolera salários indignos; exige metas, mas ignora saúde mental; pede inovação, mas abandona quem produz.

O Sistema Nacional de Produtividade com Dignidade (SNPD) nasce para romper com esse ciclo histórico. Ele propõe um novo pacto nacional: produzir mais, sim — mas produzir melhor, com respeito ao ser humano, ao território e ao futuro do país.

Produtividade não pode ser medida apenas pelo quanto se arrecada ou pelo quanto se exporta. Um país desenvolvido mede sucesso pela capacidade de sua população produzir, inovar, viver bem e envelhecer com dignidade.

Produtividade sem dignidade gera exploração, não progresso.

O Brasil precisa produzir mais, mas nunca às custas de seu povo.



PRODUTIVIDADE COM DIGNIDADE

Entenda o que muda com este Projeto de Lei

“Produtividade sem dignidade gera exploração, não progresso.”

Este projeto de lei nasce de uma ideia simples e poderosa: o Brasil precisa produzir mais, mas não às custas da exploração de quem trabalha!

Durante muitos anos, o país cresceu exigindo cada vez mais esforço do trabalhador, enquanto oferecia salários baixos, pouca proteção e quase nenhum cuidado com a saúde física e mental. O resultado foi um modelo que cobra produtividade, mas produz desigualdade.

O Sistema Nacional de Produtividade com Dignidade (SNPD) propõe mudar essa lógica.

? O que é o SNPD?

É um sistema nacional que muda a forma como o Estado avalia a produtividade no Brasil.

Hoje, produtividade costuma ser medida apenas pelo lucro ou pela arrecadação.


Com o SNPD, passa a ser avaliado também:

  • se o emprego é digno
  • se o salário permite viver com dignidade
  • se o trabalhador tem saúde e segurança
  • se há investimento em qualificação
  • se a produção beneficia a região onde ocorre


Ou seja: produzir bem passa a ser tão importante quanto produzir muito.

? Por que esse projeto é necessário?

Porque crescimento econômico sem dignidade não é desenvolvimento.

Quando o Estado incentiva empresas que exploram trabalhadores, ele ajuda a perpetuar:

  • baixos salários
  • adoecimento mental
  • informalidade forçada
  • desigualdade regional


Esse projeto estabelece um limite claro:


? o dinheiro público não pode premiar quem explora pessoas.

? O que muda na prática?

✔ Incentivos só para quem respeita o trabalhador

Empresas só terão acesso a:

  • incentivos fiscais
  • crédito público
  • financiamentos subsidiados

se comprovarem que:

  • cumprem a legislação trabalhista
  • oferecem condições seguras de trabalho
  • investem em formação profissional
  • pagam salários compatíveis com a realidade local

Exploração deixa de ser vantajosa.

? Como a produtividade será medida?

A produtividade passa a considerar, além do lucro:

  • qualidade dos empregos gerados
  • estabilidade dos contratos
  • impacto social da empresa
  • desenvolvimento da região
  • saúde física e mental dos trabalhadores


Empresas que crescem adoecendo pessoas não serão consideradas produtivas.

? O que é o Programa Trabalho Digno, Produtivo e Humano?

É o braço social do projeto.

Ele garante que o aumento da produtividade venha acompanhado de:

  • mais oportunidades
  • mais qualificação
  • mais proteção ao trabalhador

O programa prevê:

  • estágios remunerados a partir dos 16 anos
  • capacitação contínua de adultos e idosos
  • fortalecimento da economia popular
  • apoio ao pequeno produtor e cooperativas
  • cuidado com a saúde mental no trabalho


? E as cidades do interior?

O projeto prioriza a geração de empregos fora dos grandes centros.

Isso significa:

  • mais trabalho onde as pessoas vivem
  • menos êxodo forçado
  • desenvolvimento regional real


Produzir no interior passa a ser estratégico, não secundário.

? Isso retira direitos trabalhistas?

Não. Pelo contrário. O projeto proíbe qualquer retrocesso nos direitos já existentes.


Ele não flexibiliza leis para prejudicar o trabalhador — ele reforça a proteção.

? Quem ganha com isso?

✔ O trabalhador, que passa a ser respeitado

✔ O pequeno empreendedor, que recebe apoio real

✔ O país, que produz com qualidade

✔ A sociedade, que cresce com menos desigualdade

? A ideia central, em poucas palavras


O Brasil não precisa escolher entre crescer e cuidar das pessoas.
País forte é aquele que produz com dignidade.

? Por que esse projeto importa?

Porque ele muda a lógica histórica do país.

Sai o modelo do “produza a qualquer custo”

Entra o modelo do produza com humanidade, inteligência e justiça.


TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL


PROJETO DE LEI Nº ____ / 202


CAPÍTULO I

DISPOSIÇÕES GERAIS


Art. 1º Fica instituído o Sistema Nacional de Produtividade com Dignidade (SNPD), como política pública permanente, destinado a integrar as políticas de educação, trabalho, desenvolvimento econômico, inovação tecnológica e inclusão social, com fundamento na valorização do trabalho humano e na dignidade da pessoa humana.


Art. 2º O SNPD tem por finalidade promover o aumento da produtividade nacional em consonância com a dignidade do trabalho, vedada qualquer forma de incentivo estatal à exploração laboral, à precarização de vínculos ou à supressão de direitos sociais.


CAPÍTULO II

DOS PRINCÍPIOS DO SISTEMA




Art. 3º O Sistema Nacional de Produtividade com Dignidade reger-se-á pelos seguintes princípios:

I – dignidade da pessoa humana como eixo central da atividade produtiva;

II – valorização do trabalho como fundamento da ordem econômica;

III – equilíbrio entre eficiência econômica e justiça social;

IV – proteção à saúde física e mental do trabalhador;

V – desenvolvimento regional equilibrado;

VI – estímulo à inovação produtiva responsável;

VII – redução das desigualdades sociais e territoriais;

VIII – promoção da economia popular e solidária.

CAPÍTULO III

DA AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE COM DIGNIDADE




Art. 4º A produtividade, para fins de políticas públicas, incentivos fiscais, crédito oficial e programas de fomento, será avaliada com base em indicadores que considerem, cumulativamente:

I – a qualidade dos empregos gerados;

II – a estabilidade e regularidade dos vínculos trabalhistas;

III – a remuneração compatível com o custo de vida regional;

IV – o investimento em capacitação e formação profissional;

V – as condições de segurança e saúde no ambiente de trabalho;

VI – o impacto social e territorial da atividade produtiva.

§1º A aferição dos indicadores será realizada por órgão gestor do SNPD, observados critérios técnicos, transparência e controle social.

§2º A produtividade obtida mediante violação de direitos trabalhistas, adoecimento ocupacional ou exploração sistemática não será considerada válida para fins de incentivos estatais.

CAPÍTULO IV

DOS INCENTIVOS E VEDAÇÕES



Art. 5º O acesso a incentivos fiscais, linhas de crédito públicas, financiamentos subsidiados e programas governamentais de fomento econômico ficará condicionado à comprovação do cumprimento dos princípios e indicadores do SNPD.

Art. 6º Fica vedada a concessão de incentivos públicos a empresas ou cadeias produtivas que:

I – mantenham práticas reiteradas de precarização do trabalho;


II – descumpram normas de saúde e segurança ocupacional;


III – utilizem mão de obra informal de forma fraudulenta;


IV – promovam rotatividade predatória ou salários incompatíveis com a subsistência digna.

CAPÍTULO V

DO PROGRAMA SOCIAL TRABALHO DIGNO, PRODUTIVO E HUMANO


Art. 7º Fica criado o Programa Social Trabalho Digno, Produtivo e Humano, como instrumento de execução do SNPD, voltado à valorização do trabalhador, do pequeno produtor e do empreendedor da economia popular.

Art. 8º O Programa terá como eixos prioritários:

I – formação profissional integrada ao mercado real de trabalho;


II – estímulo a estágios remunerados a partir dos 16 anos de idade;


III – capacitação contínua de trabalhadores adultos e idosos;


IV – proteção à saúde física e mental do trabalhador;


V – fortalecimento da economia popular, solidária e cooperativa;


VI – promoção do emprego digno nas regiões interioranas.

CAPÍTULO VI

DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL E TERRITORIAL




Art. 9º O SNPD priorizará políticas de incentivo à produtividade em regiões com baixos índices de desenvolvimento socioeconômico, com vistas à geração de empregos locais e à redução do êxodo populacional.

Art. 10º Os entes federativos poderão instituir programas complementares ao SNPD, observados os princípios desta Lei.

CAPÍTULO VII

DA GESTÃO, TRANSPARÊNCIA E CONTROLE





Art. 11º A gestão do SNPD observará critérios de transparência, participação social e avaliação periódica de resultados.


Art. 12º Os dados relativos à produtividade com dignidade, incentivos concedidos e impactos sociais deverão ser disponibilizados em meio eletrônico de acesso público.

CAPÍTULO VIII


DAS DISPOSIÇÕES FINAIS


Art. 13º Esta Lei não revoga direitos trabalhistas existentes, nem autoriza sua flexibilização em prejuízo do trabalhador.

Art. 14º O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contados da data de sua publicação.

Art. 15º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Detalhando o Projeto de LEI

ARTIGO 1º – O QUE É O SNPD

O Sistema Nacional de Produtividade com Dignidade (SNPD) é uma política pública que redefine o conceito de produtividade no Brasil.

Produzir mais não basta: é preciso produzir respeitando a vida, o trabalho e a dignidade humana.

Produtividade com dignidade é desenvolvimento de verdade.

ARTIGO 2º – PARA QUE ELE EXISTE

O SNPD existe para garantir que crescimento econômico não aconteça às custas da exploração do trabalhador, da precarização do emprego ou do adoecimento físico e mental de quem produz.

Porque crescer explorando pessoas não é progresso.


ARTIGO 3º – COMO A PRODUTIVIDADE PASSA A SER MEDIDA

A produtividade deixa de ser medida apenas pelo lucro.


Passa a considerar:

  • qualidade do emprego
  • salário digno
  • saúde e segurança no trabalho
  • qualificação profissional
  • impacto social e regional

Empresa produtiva é a que gera valor social.



ARTIGO 4º – INCENTIVOS SÓ PARA QUEM RESPEITA

Somente empresas que comprovarem respeito aos direitos trabalhistas e às condições dignas de trabalho poderão receber incentivos fiscais, crédito público ou benefícios governamentais.

Dinheiro público não pode premiar exploração.

ARTIGO 5º – PROTEÇÃO AO TRABALHADOR

Nenhum incentivo poderá ser concedido a empresas que:

  • reduzam direitos
  • promovam precarização
  • pratiquem assédio ou exploração
  • adoeçam seus trabalhadores

Direitos não são custo. São base da economia.

ARTIGO 6º – SAÚDE FÍSICA E MENTAL NO TRABALHO

O SNPD inclui a saúde mental como critério de produtividade.


Ambientes que adoecem pessoas não podem ser considerados eficientes.

Trabalho não pode custar a sanidade de ninguém.

ARTIGO 7º – QUALIFICAÇÃO E EDUCAÇÃO

Empresas participantes do sistema deverão investir em:

  • capacitação contínua
  • formação técnica
  • atualização profissional


Produtividade vem de conhecimento, não de exaustão.

Produzir melhor começa por aprender mais.

ARTIGO 8º – PRIORIDADE AO INTERIOR DO PAÍS

O SNPD prioriza políticas de produtividade que gerem emprego e renda no interior, combatendo o êxodo forçado e fortalecendo o desenvolvimento regional.


O Brasil precisa crescer onde o povo vive.

ARTIGO 9º – ECONOMIA POPULAR E COOPERATIVAS

O sistema valoriza:

  • pequenos produtores
  • cooperativas
  • economia solidária
  • empreendedorismo popular


Quem produz com dignidade terá apoio do Estado.

País forte confia no pequeno produtor.

ARTIGO 10 – PROGRAMA TRABALHO DIGNO, PRODUTIVO E HUMANO

O programa social do SNPD garante:

  • estágio remunerado a partir dos 16 anos
  • apoio ao primeiro emprego
  • inclusão de adultos e idosos
  • cuidado com saúde mental
  • renda com dignidade

Trabalho é dignidade, não favor.




ARTIGO 11 – SEM RETROCESSO DE DIREITOS

O SNPD proíbe qualquer retrocesso nos direitos trabalhistas já conquistados.


Produtividade não pode ser desculpa para retirar direitos.

Direito não se negocia.

ARTIGO 12 – O BRASIL QUE ESTE PROJETO DEFENDE

O SNPD propõe um novo pacto nacional:


produzir mais, sim — mas com justiça, dignidade e humanidade.


Produtividade sem dignidade gera exploração.

Produtividade com dignidade constrói uma nação.

PROPRIEDADE INTELECTUAL PROTEGIDA

Todo o conteúdo deste documento, incluindo propostas de programas sociais e projetos de lei de autoria de Augusto Mitchell Carvalho Araújo, encontra-se devidamente registrado perante a Biblioteca Nacional do Governo Brasileiro sob o processo nº 000984.0420009/2026. A reprodução, cópia, adaptação ou apropriação indevida sem a citação expressa do autor caracteriza violação de direitos autorais, sujeitando o infrator às sanções civis e penais previstas na Lei nº 9.610/98.


Governar é ter...

Dignidade, Verdade e Produtividade a toda prova para Reconstruir a nação

"O sucesso só tem gosto de vitória se tiver como base a honradez. Ao contrário disso, e por mais terrível que seja, o fracasso será sempre mais honesto e honroso."


Augusto Mitchell